MOTIVAÇÃO

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Não basta desejar, não basta sonhar, não basta crer que nós não podemos e os outros podem mais do que nós. Quando acordamos todos os dias não podemos fingir que vivemos e quando vamos dormir acreditar que mais uma vez nos rendemos à vida.

Por mais sombrio e inseguro eu veja o mundo, tenho que olhar para dentro de mim, tenho

que descobrir o ser interior e percorrê-lo cada momento, cada respiração, cada pensamento, sentimento. Então mais do que a motivação para qualquer coisa, despertar a vontade suprema de ser livre interiormente, livre dos pequenos e grandes medos, livre do que os outros pensam ou sentem de mim, livre do que possuem, dos seus julgamentos, livre,

absurdamente livre, para ser o que quero e posso ser.

Neste mundo não há outro caminho a percorrer. Tente-o.

Adalid Chávez

10/09/2014

O que é Motivação?

Aula Motivacao DRI

  • Estado interior que induz uma pessoa a assumir determinados tipos de comportamento.
  • Desejo de adquirir ou alcançar algum objetivo. Ou seja, resulta dos desejos, necessidades ou vontades.
  • Tem a ver com a direção, intensidade e persistência de um comportamento ao longo do tempo.

O ciclo motivacional:

1.Necessidade: É uma força dinâmica e persistente que provoca o comportamento.

2.A necessidade rompe com o estado de equilíbrio do organismo, causando um estado de tensão, insatisfação desconforto e desequilíbrio.

3.Esse estado leva o individuo a um comportamento, ou ação, capaz de descarregar a tensão ou de livra-lo do desconforto e do desequilíbrio.

4.Se o comportamento for eficaz, o individuo encontrará a satisfação da necessidade.

5.O Organismo volta ao estado de equilíbrio anterior.

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PERFIS COMPORTAMENTAIS

OS TEMPERAMENTOS HUMANOS

O Ser humano tornou-se muito complexo. Ele tem dificuldade de entender o porque reage às vezes de modo tão indesejado e também o porque tem, em alguns casos, dificuldades de entender os outros. Compreendendo a si mesmo o homem poderá compreender melhor os outros. E isto facilitará mais o relacionamento. E o meio de compreender a si próprio passa pelo conhecimento do temperamento que possui. Por isso é importante conhecer o seu temperamento e  descobrir as fraquezas e virtudes do temperamento que possui.

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PERSONALIDADE

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  • Define-se a personalidade como tudo aquilo que distingue um indivíduo de outros indivíduos, ou seja, o conjunto de características psicológicas que determinam a sua individualidade pessoal e social. A formação da personalidade é processo gradual, complexo e único a cada indivíduo.
  • Aula Personalidade DRI
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PSICOLOGIA

A simplicidade da vida (IV)

Dinâmica das Relações Interpessoais

Relacionamento interpessoal é um conceito do âmbito da sociologia e psicologia que significa uma relação entre duas ou mais pessoas. Este tipo de relacionamento é marcado pelo contexto onde ele está inserido, podendo ser um contexto familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade.

O relacionamento interpessoal implica uma relação social, ou seja, um conjunto de normas comportamentais que orientam as interações entre membros de uma sociedade. O conceito de relação social, da área da sociologia, foi estudado e desenvolvido por Max Weber.

Para entendermos melhor o processo do relacionamento humano é preciso responder a pergunta: O que são relações interpessoais?  As relações interpessoais surgem quando iniciamos o processo de autoconhecimento, estudando nossos sentimentos e nossos conflitos internos, podemos modificar o ambiente de trabalho, nosso mundo exterior e resolver conflitos e problemas que enfrentamos no dia-a-dia, sejam na empresa, no ambiente organizacional ou em família.

Ao lidar com pessoas, lembre-se de que você não está lidando com seres lógicos, e sim com seres emocionais.(Dale Carnegie).

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Imagens de uma viagem às terras assombrosas da América Latina

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FUNÇÕES DA LINGUAGEM

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Função emotiva ou expressiva

Esta função ocorre quando se destaca o emissor. A mensagem centra-se nas opiniões, sentimentos e emoções do emissor, sendo um texto completamente subjetivo e pessoal. A ideia de destaque do locutor dá-se pelo emprego da 1ª pessoa do singular, tanto das formas verbais, quanto dos pronomes. A presença de interjeições, pontuação com reticências e pontos de exclamação também evidenciam a função emotiva ou expressiva da linguagem. Os textos que expressam o estado de alma do locutor, ou seja, que exemplificam melhor essa função, são os textos líricos, as autobiografias, as memórias, a poesia lírica e as cartas de amor. Essa é a função emotiva.

Por exemplo:

É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!      —Poema do amigo aprendiz,

Fernando Pessoa

Função referencial ou denotativa

A mensagem é centrada no referente,referencial, no assunto (contexto relacionado a emissor e receptor). O emissor procura fornecer informações da realidade, sem a opinião pessoal, de forma objetiva, direta, denotativa. A ênfase é dada ao conteúdo, ou seja, às informações. Geralmente, usa-se a 3ª pessoa do singular. Os textos que servem como exemplo dessa função de linguagem são os jornalísticos, os científicos e outros de cunho apenas informativo. A função referencial também é conhecida como cognitiva ou denotativa.

Características

  • neutralidade do emissor;
  • objetividade e precisão;
  • conteúdo informacional;
  • uso da 3ª pessoa do singular (ele/ela).

Exemplo:“Nos vertebrados, esta resposta inclui uma série de alterações bioquímicas, fisiológicas e imunológicas coletivamente denominadas inflamação.” Descrição da inflamação em um artigo científico.

Função apelativa ou conativa

A mensagem é centrada no receptor e organiza-se de forma a influenciá-lo, ou chamar sua atenção. Geralmente, usa-se a 2ª pessoa do discurso (tu/você; vós/vocês), vocativos e formas verbais ou expressões no imperativo. Como essa função é a mais persuasiva de todas, aparece comumente nos textos publicitários, nos discursos políticos, horóscopos e textos de auto-ajuda. Como a mensagem centra-se no outro, ou seja, no interlocutor, há um uso explícito de argumentos que fazem parte do universo do mesmo.

Exemplo:“Fique antenado com seu tempo…”

Função fática ou de contato

O canal é posto em destaque, ou seja, o canal que dá suporte à mensagem. O interesse do emissor é emitir e simplesmente testar ou chamar a atenção para o canal, isto é, verificar a “ponte” de comunicação e certificar-se sobre o contato estabelecido, de forma a prolongá-lo. Os cacoetes de linguagem como alô, né?, certo?, afinal?, ahã,hum, “ei”, etc, são um exemplo bem comum para se evidenciar o “contato entre emissor e receptor”.

Função poética

É aquela que põe em evidência a forma da mensagem, ou seja, que se preocupa mais em “como dizer” do que com “o que dizer”. O foco recai sobre o trabalho e a construção da mensagem. A mensagem é posta em destaque, chamando a atenção para o modo como foi organizada. Há um interesse pela mensagem através do arranjo e da estética, valorizando as palavras e suas combinações. Essa função aparece comumente em textos publicitários, provérbios, músicas, ditos populares e linguagem cotidiana. Nessa função pode-se observar o intensivo uso de figuras de linguagem, e também pode-se observar que há uma grande quantidade de palavras que acabam com a letra “s”…como o Neologismo , quando se faz necessária a criação de uma nova palavra para exprimir o sentido e alcançar o efeito desejado. Quando a mensagem é elaborada de forma inovadora e imprevista, utilizando combinações sonoras e rítmicas, jogos de imagem ou de idéias, temos a manifestação da função poética da linguagem. Essa função é capaz de despertar no leitor prazer estético. É explorada na poesia e em textos publicitários.

Características

  • subjetividade;
  • figuras de linguagem;
  • brincadeiras com o código.

Exemplo:

Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)…
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um caráter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Fernando Pessoa

Função Metalinguística

Caracterizada pela preocupação com o código. Pode ser definida como a linguagem que fala da própria linguagem, ou seja, descreve o ato de falar ou escrever. A linguagem (o código) torna-se objeto de análise do próprio texto[1]. Os dicionários e as gramáticas são repositórios de metalinguagem.

Exemplo: http://www.dicionariodeportugues.com/significado/amar-2730.html

 

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AULA DE FEEDBACK

É um processo de ajuda para mudanças de comportamento; é comunicar a uma pessoa, ou grupo, fornecendo-lhe informações sobre como sua atuação está afetando outras pessoas e a si próprio.

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AULA FEEDBACK

Cinco passos para um bom feedback

A reunião de devolutiva com os funcionários deve sempre ser uma conversa franca entre o gestor e o profissional. Mas é preciso tomar alguns cuidados. Na hora de apontar as falhas, a objetividade é fundamental. Trazer à tona acontecimentos passados há muito tempo só faz sentido se eles tiverem conexão com o que vai ser discutido. Da mesma forma, as críticas e os elogios devem ser relacionados ao que acontece no trabalho. A seguir, as etapas de um bom feedback.

  1. Escolha o lugar adequado

Ouvir críticas sobre o próprio trabalho é uma situação que pode gerar desconforto. Por isso, marque uma reunião explicando qual é o assunto e escolha um local onde se possa conversar com privacidade e sem interferências.

Evite Abordar a pessoa de surpresa e em locais de movimento, como corredores e sala de trabalho.

  1. Comecem pelos pontos positivos

Reconheça o valor do profissional. Destaque as características que evidenciem a importância dele no grupo – a iniciativa de elaborar projetos, buscar soluções, a capacidade de mobilizar os colegas etc.

Evite Ceder ao impulso de ir direto ao assunto que lhe incomoda. Analisar primeiro as qualidades indica que sua postura crítica é construtiva.

  1. Aponte o que precisa mudar

Procure apresentar justificativas para as críticas, tendo cuidado de se dirigir apenas às atitudes. A um funcionário pouco assíduo, por exemplo, diga que as faltas atrasam o cronograma e seu setor perde com isso.

Evite Afetar pessoalmente o interlocutor, por meio de frases como “você é uma pessoa irresponsável” ou “é difícil trabalhar com você”.

  1. Inverta os papéis

Pergunte se o funcionário está satisfeito com as condições de trabalho e o ambiente da empresa. Peça sugestões de como melhorar os pontos em que ele julga haver falhas e sobre como você pode ajudar nesse processo.

Evite Elaborar perguntas muito amplas, que dão abertura a repostas vagas.

  1. Estabeleçam metas

O feedback não tem sentido se não tiver como foco resolver os problemas. Guarde por escrito as ações que devem ser colocadas em prática e peça para que a pessoa avaliada também tome notas. Por fim, agende a próxima conversa.

Evite Desconsiderar os registros das resoluções decididas nas reuniões anteriores. Eles devem ser o ponto de partida das próximas devolutivas.

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